WC das gajas ya e dos gajos não?
Hoje dei um saltinho as amoreiras ali em Lisboa, estava numa de arejar as vistas, ando um pouco farto do Colombo.
Logo para começar bem, o problema de estacionamento tentei por o carro nos arredores mas foi complicado, porque toda a gente traz o seu mercedes ou bmw e o estacionada como se fosse dono ali da zona.
Agora também é moda os smarts, 1 smart ocupar o lugar de 1 carro normal, francamente é uma MERDA que me revolta mesmo ca dentro, ora se tens a merda de um carro pequeno porque raio tens de ocupar o lugar de um carro normal? Não podes estacionar ali num canto qualquer.
Fiquei logo em estado de merda perante isto, e com 5 volta la encontrei o lugar. Estacionei sem ajuda e logo me aparece um tipo todo sujo com um jornal na mão e com um hálito que parecia ali o esgoto da linha a pedir moedinha.
Optei por fazer a boa acção e 2 moedas de 20 centimos lhe entreguei.
Não é que o filha da puta porque não tem outro nome ainda começa a reclamar, so lhe disse assim "epah não ajudas-te, dou-te ainda umas moedas e refilas. E se fosse pro caralho sem moedas, não achas que ficavas melhor servido." o resultado foi um silencio total interrompido pelo Porche do pintas que ia a passar, gel no cabelo, óculo escuro camisinha branca e uma sweet aos ombros, pensei logo mas quem é que a conduzir usa uma sweet aos ombros?
Finalmente lá consigo entrar no centro comercial, como preciso de comprar uns sapatos para uma festa dirijo-me para o primeiro andar, e na escada rolante passa um avião caramba, fez-me logo ficar bem disposto e esquecer o que se tinha passado.
Ela era morena, aquela textura e forma de cabelo meio índio misturado com um pouco de asiático, um rosto bem delineado e simples sem maquilhagem. O resto do corpo babei literalmente, tinha umas mamas tão certinhas que aposto que eram silicone, mas não importa era a medida certa naquela tshirt cinza, em conjunto com as calças de ganga de cor clara super justinhas que dava para notar que as suas pernas eram bem trabalhadas. Subitamente so me surgia uma ideia a cabeça, é uma striper só pode, claro que os pensamentos seguintes são fantasias que não irei escrever por agora.
Entretanto da-me a fome, e como já algum tempo que não comia no MacDonalds la fui eu.
De estômago cheio e ainda com bebida na mão da-me a vontade de ir ao WC, como o centro comercial esta pessimamente sinalizado foi uma aventura encontrar um WC, eles existem mas estão escondidos.
Após vira aqui e vira ali lá encontrei um corredor que me conduziu a um WC, achei estranho ser apenas uma porta sem divisão de H e M quando entrei ainda mais estranho o facto de não haver urinóis, mas com a vontade que estava nem liguei.
Após alguns minutos de estar ali de calça baixa a pensar em tudo o que já me tinha sucedido, ouço alguém a entrar, e então percebi que estava numa casa de banho para GAJAS.
Ora se fosse sair agora, seria uma situação constrangedora para mim por estar no sitio errado, optei por esperar que ficasse vazia.
Assim que percebi que estava vazia, sai logo lavei as mãos mas FOUDASSE o caralho do sabonete liquido tinha uma jarda, não é que o filha da puta com tanta força fez ricochete para as calças, pensamento rápido foi logo ir com agua para disfarçar fez com que ficasse ainda pior.
Portanto alem de estar na casa das GAJAS tenho agora uma mancha no meio das pernas, bem mais bizarro era se agora entrasse uma cabra de merda pela aquela porta foi o que pensei.
Não aconteceu isso mas ao sair cruzo-me com duas miúdas na casa dos seus 20 anos via-se que eram mesmo ali da linha de cascais, cheias de pulseiras e aqueles brincos que da para por la um papagaio a baloiçar.
Limitei-me a dizer "Boas tardes" e continuar, elas ficaram na dúvida se o WC era dos gajos ou das gajas mas mesmo lá entraram.
Agora andava eu em pleno centro comercial com uma mancha nas calças que dava a entender que tinha estado a bater uma e tinha corrido mal.
Dirigi-me logo ao elevador para sair o mais rapidamente do centro, e o azar nunca vem só encontrava-se em manutenção.
Bem tive de optar pela via normal ir calmamente a passos rápidos sem dar muita cana.
Foi uma daquelas tardes que mais valia ter cagado em casa.

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