domingo, 3 de maio de 2009

SIM

Pedido de Recuperação de Senha
O Pedido de Recuperação de Senha foi aceite para o contribuinte 2*******.
A referência da carta de senha é 1*******.
(ATENÇÃO: Esta referência não é a senha de acesso)

Guarde a referência da carta agora atribuída. Deve compará-la com a impressa na carta que receberá com a sua Senha de Identificação. Existindo divergências, por favor, contacte-nos.

Em caso de devolução a sua senha será devolvida para o seu Serviço de Finanças onde será entregue, apenas ao próprio, depois de identificado.

The jack rabbit slim twist contest: ZZZZZZZZZZZAAAAAAAAAAAAAAAAA...........

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mas que mau hálito

Acordei hoje com um mau hálito que parecia que alguém tinha arrebentado uma bomba de mau cheiro dentro da minha boca.
Mas se formos a ver a quantidade de álcool que ontem bebi e o Hambúrguer que comi algures numa tendinha, fermentou de tal maneira que se não saiu por baixo sai por cima.

Mas isto faz-me o Carlos um gajo que ontem encontrei no bairro, não o via já uns bons anos é um daqueles tipos que na faculdade alinhava em todas as merdas que nos lembrássemos de fazer. Um dia estávamos tão bêbados que nos lembramos de andar a fazer testes com metano gerado por nós… Digamos que não voltamos a repetir.

Claro que quando o vi estava a fazer das suas a uma amigo que estava com ele, mas assim que troquei duas palavras com ele foudasse era um hálito que eu só queira  sair dali.

Nem era álcool que isso ainda é suportável, nem tenho palavras para descrever, eu o cheiro de esgoto ainda consigo suportar, mas aquela situação foi mesmo para esquecer.
A Alexandra estava comigo e gaja é tão cabra que assim que os apresentei ela logo se seguida olha para mim em tom de gozo e o que faz?
”Olha, Carlos, sei que só te conheço a uns segundos mas toma uma pastilha, vais ver que vai-te fazer milagres”
Foi daqueles momento que devia ter sido filmado, a cara do Carlos a reagir e a forma como a Alexandra… Por muito bem que lhe possa fazer sem dúvida que agora o Carlos vai andar sempre a controlar o mau hálito.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sinfonia de apitos no elevador



Eu considero-me um individuo simples e que lá está atrofia quando algo artificial lhe estrago o sistema.
Hoje estava eu muito descansado da minha vida concentrado com os meus botões quando tive de ir a um edifício tratar de uns assuntos burocráticos e tive de utilizar um elevador.

Era um daqueles elevador de abre e fecha porta sozinho, como nos filmes, mas que fodasse de sofisticado não tem nada.
Assim que resolvi entrar o cabrão fecha, fiquei logo entalado como se tivesse a tentar entrar numa carruagem do metros em hora de ponta, o resultado desta merda foi ter logo partido os meu óculos da vogue, eu sei que um bocado gay mas foram oferecidos por isso não reclamo.

Após apanhar os que restava dos meus lindos óculos, la carrego para o 10º Andar.
Viagem tão lenta, por azar o cabrão parava em andar sim andar não e cada vez que parava era apito abri a porta e para fechar ora levar isto pela manha quando um gajo ainda esta ensonado é preciso ter colhõess, nem quero imaginar quem se lembrar de dar uma queca, seria bastante fudido.
Admiro quem todos os dias vem trabalhar as 8 da manha e tem de fazer este ritual.
E a música de ir ao cú que se tem de ouvir, que caralho porque é que não trouxe o meu leitor de mp3.

Após alguns minutos, finalmente chego ao destino os dois últimos andares um filha da puta se lembrou de dar um peido daqueles silenciosos mas que parece uma bomba de Carnaval.
Foi um alivio sair daquele maldito elevador, como devem calcular a descida foi de escadas.

domingo, 26 de abril de 2009

Fátima

Hoje chove bastante. Acho que vou com o meu impermeável até aos joelhos!
O trifásico disse que aguardava o momento em que eu tropeçasse.
Repliquei que não andava de joelhos...
mas entretanto pensei na minha promessa. Aquela que dizia que se metade do mundo não fosse ao cu um ao outro (em pares ordenados (x,y)) eu percorria o rugoso caminho até fátima de joelhos (que aquilo tá pior que a rua do coreto).
Epa, não é grande espingarda. Há gajas que percorrem mais kilómetros de joelhos e nem saem da cama.
Irei...
quando parar de chover.

sábado, 25 de abril de 2009

Não posso ver cinema assim.

Na semana que passou resolvi ir ao cinema, combinei com uma cabra de uma amiga e a puta por que neste momento não arranjo outro nome a última da hora baldou-se.
Eu simplesmente caguei pelo facto depois durante a sessão não a ter de aturar ou mesmo depois do filme ouvir a falar da semana de merda que teve.

Ora como já tinha situação a correr mal, ainda correu pior quando chego ao cinema e vou para o meu lugar, quando olho em redor vejo só casalinhos.
Fodasse mas esta tudo contra mim?
Já não chegava a cabra de merda ter-me dado a balda ainda tinha de estar no meio de casalinhos.

O filme lá começou era o Che O Argentino que devo dizer gostei bastante.

Ora um filme desta qualidade é para ser visto, mas a meio que eu começo a ouvir...
Barulhos estranhos na fila detrás, primeiro o tirar a roupa, fechos, botões e a seguir assim um barulho sincronizado ou seja uma punheta em pleno cinema.
Pelo menos gemidos não ouvi, será que estou no cinebolso?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Capa da Playboy Portuguesa

Ainda bem que não gastei dinheiro nessa merda.
Um gajo ta habituado a ver gajas totalmente nuas na playboy la de fora e em Portugal porque caralho so temos direito a ver as maminhas e um rabo assim de perfil...

Em 10 fotos só vemos MAMAS.. Epah já sabemos que ela tem alte par de mamas e não era preciso ter visão raio-x para as poder imaginar.

Aquele rabinho está naquele ponto. Sortudo do namorado, mas será que sabe dominar aquilo?
Eu sinceramente gostava de dar umas voltas mas lá está manter depois seria complicado, era muitos flashes para o meu gosto.

Sei que tardio fazer comentários sobre isto, mas só agora vi as fotos. O que querem? Sou um erudita

Um dia como outro qualquer

Como ando com pouco tempo para debitar merda na forma de letras e pontuação, aqui vai um post em tempos aclamado como pura demência, hoje mais uma relíquia na minha caixinha de "tesourinhos deprimentes" (in demente).

ps: Permanece incompleto.


Um dia como outro qualquer

Isto há dias e dias!
Este que passo a relatar resumidamente tem o seu quê de peculiaridade, por um lado porque é totalmente inventado, e por outro porque envolve manetas, travestis e outros indivíduos relativamente estranhos.

Vou eu a sair de casa, com alguma pressa para chegar à faculdade (primeiro facto não verídico - eu nunca tenho pressa para chegar à faculdade), e tropeço num vaso de margaridas amarelo fluorescente. Parto 3 dentes, corto-me no braço esquerdo, desloco o maxilar e fico com o queixo torto. Foda-se!!!
Margaridas amarelo fluorescente!??
Levanto-me, suspiro e digo qualquer coisa como "epah, parece que tá de chuva!".
E não é que estava mesmo? Fui calçar as minhas galochas, vestir a minha gabardine verde alface e segui caminho.
Já bem perto da paragem de autocarro notei que um manco estava com algumas dificuldades em atravessar a estrada. Era gajo para ter 50/55 anos. E eu fui gajo para permanecer morbidamente expectante, enquanto o manco levava uma valente passa dum Golf GTD que passava, como quem vai para Corroios. Bom, fui ver se estava tudo bem e vira-se o manco:
- Olhe, faltam-lhe 3 dentes.
E eu viro-me:
- Bem sei. E a si falta-lhe sorte.
E segui para ver se ainda apanhava a das 14:10. Bom, vou eu a atravessar a estrada e escorrego numa casca de banana estrategicamente colocada junto à berma. Ao escorregar, a banana faz aqua-planagem, bato com o focinho no painel lateral da paragem e perco os sentidos. Não me cheirava a nada e via tudo desfocado. Até que uma senhora já idosa, de farto buço e emanando um cheiro a fossa que não se podia, me ajuda a levantar. Agradeci e apanhei o autocarro.
A caminho da estação começa-se-me o pequeno-almoço a fermentar.
Então como quem não quer a coisa, solto o meu primeiro peidinho amigável. E a situação desabou. O que começou por ser fermentação, depressa se transformou em cólicas de brutalidade épica. Pah, e eu como não sou gajo para aguentar muito bem estas situações, caguei. Literalmente. Olho à volta, tudo metido nas suas vidinhas. Então, olhando lá para fora pelo vidro do autocarro, solto uma valente bufa, daquelas cuja sonoridade deixa os tímpanos dormentes. Foda-se, senti-me um verdadeiro tenor!
As pessoas olhavam com um ar enojado mas surpreendido com tamanha e descarada bufa.
Chegado à estação decidi ir ver o que se passava na casa de banho, entrei e estava um maneta no urinol do canto, a mijar e a fumar um cigarro. Gajo de bigode, desmazelado, dava ares de quem perdeu a mão numa rixa acesa lá pós lados de Alfama.
Fui então mandar um fax para a Tailândia, rapidinho mas intenso e com imensa sonoridade. Saio e vou lavar as mãos. Vira-se o maneta:
- Olhe lá, faltam-lhe 3 dentes.
E viro-me eu:
- E a si falta-lhe uma mão.
E o maneta ficou fodido.
Não lavei as mãos e pus-me logo a andar. Vou a fugir do maneta e escorrego noutra casca de banana, também estrategicamente colocada junto a um objecto bem durinho e de largas proporções, um dos pilares da estação. Como seria de esperar, bato novamente com o focinho e parto mais 2 dentes. Como se não bastasse, o maneta vai e começa-me à biqueirada. Notava-se na cara que o gajo gostava daquilo, gostava mesmo de molhar o bico a torto e a direito. O que me safou na altura foi ter soltado mais uma bufa devido ao intenso nervosismo. Bufa essa que atordoou o maneta e deu tempo para me espantar.
Sigo caminho, já bastante atrasado, e enfio-me no comboio. Escusado será dizer que esta parte também não podia ter corrido bem, e quando dou por mim estou a ir no sentido oposto. Pensei, epah já que estou aqui vou dar uma voltinha até Setúbal, ver as docas e tal. E deixei-me ir.
A dada altura reparo num travesti a apontar freneticamente para o meu queixo torto. E isto há limites para tudo! Levanto-me, aproximo-me e digo-lhe:
- Olha la, e se fosses beber groselha para ver se te vem o período!?
E mudo de carruagem.
Chegado a Setúbal comecei a pensar: "Mas o que raio faço eu aqui? devia estar na faculdade a fingir que trabalho." E nisto avisto o travesti, que seguia com uma alcofa na mão. Pensei: “Deve ir até às docas comprar peixe, ou então vai a uma festa transformista mascarado de dona de casa”. Tinha 50% de hipóteses de acertar, decidi segui-lo.

A caminho sou surpreendido por um policia que segue no seu cavalo branco e me diz:
- Ó rapaz, faltam-lhe 5 dentes.
Ao qual eu replico:
- Eu sei xerife. E o seu animal está a arremessar uma bruta poia (e quando digo poia não me refiro a uma mulher pesadona que gosta de estar sentada, refiro-me a uma quantidade significativa de excrementos) pá via pública. E com bastante preceito, devo acrescentar!
O polícia dá um raspanete ao cavalo e segue rua abaixo em trote moderado.
Nisto, perco o travesti de vista.

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